A- LIVROS

Abaixo, segue relação dos livros produzidos pelos docentes da Fafil/UFPA.

 

A clave do poético (Benedito Nunes, 2009 – Ed. Cia. das Letras)

Sinopse: A Clave do Poético, organizada por Victor Sales Pinheiro e prefaciada por Leyla Perrone-Moisés, divide-se em duas partes tematicamente orientadas. Na primeira, a faceta de filósofo e teórico da literatura se dedica à investigação epistemológica e à historiografia literária. Em seguida, textos monográficos abordam autores capitais como Carlos Drummond de Andrade, T. S. Eliot, Antônio Vieira e Clarice Lispector (cuja presença marcante é lembrada numa histórica entrevista com o autor).

 

A filosofia contemporânea (Benedito Nunes, 1991 – Ed. Ática)

Sinopse: As correntes e tendências que não só prefiguram um estilo de pensamento diferente da tradição filosófica moderna como também manifestam a crise da filosofia enquanto discurso teórico.

 

O dorso do tigre (Benedito Nunes, 2009 – Editora 34)

Sinopse: Neste livro, nos sete ensaios da primeira parte, o autor analisa contribuições à filosofia contemporânea, entre elas a de Foucault e Heidegger. Já na segunda parte do livro, constam ensaios que renovaram os estudos sobre Clarice Lispector ('A experiência mística de G. H.', 'Linguagem e silêncio'), Guimarães Rosa ('O amor na obra de Guimarães Rosa') e Fernando Pessoa ('Os outros de Fernando Pessoa'), entre outros.

 

Critão, Menão, Ípias Maior e Outros  (Benedito Nunes, 2007 – EDUFPA)

Sinopse: Os diálogos de Sócrates e Critão, Menão, Hípias Maior e outros presume-se serem da primeira fase de Platão, desde sua estréia como escritor independente à data da fundação da Academia (387 a.C), e de regra terminam em aporias, sem chegarem os disputantes a nenhuma conclusão definitiva quanto às teses em discussão.

 

Crivo de papel (Benedito Nunes, 1998 – Ed. Ática)

Sinopse: O livro reúne quinze dos ensaios de Benedito Nunes. Alguns têm como centro a Literatura, enquanto outros põem em foco a Filosofia e os seus vínculos com a História, a Teologia, a Ética, a Poesia.

 

Dalcídio Jurandir – romancista da Amazônia (Benedito Nunes, 2007 – Ed. Casa de Rui Barbosa)

 

Filosofia & Política – Nº 7 (Benedito Nunes, 1993 – L&PM Ed.)

 

Hermenêutica e poesia (Benedito Nunes, 2007 – Ed. UFMG)

Sinopse: Na trajetória dos escritos que compõem Hermenêutica e Poesia - O Pensamento Poético, Benedito Nunes lê Heidegger de forma original e única. Entender como se legitima a dialogação da filosofia com a poesia, segundo cada um desses autores, e, mais ainda, acompanhar e alcançar com fidelidade as palavras deste livro, cuja cadência segue a das aulas de que resultou, é aprender a re-criar o essencial da meditação heideggeriana - permanecer na vigília de uma aurora possível ou na 'preparação expectante' de um novo saber, 'sob o resguardo da serenidade'.

 

Introdução à filosofia da arte (Benedito Nunes, 1991 – Ed. Ática)

Sinopse:  O livro analisa as obras dos principais filósofos que criaram as bases da filosofia da arte contemporânea.

 

João Cabral – a máquina do poema (Benedito Nunes, 2007 – Ed. UnB)

Sinopse: Neste livro reúne-se o conjunto da produção ensaística de Benedito Nunes em torno da obra do poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto. O projeto inicial desta edição girava em torno da republicação de um estudo de Benedito Nunes que há muito está fora de circulação, o livro João Cabral de Melo Neto, publicado pela Editora Vozes em 1971, na coleção Poetas Modernos do Brasil, dirigida por Affonso Ávila.

 

Heidegger e Ser e Tempo (Benedito Nunes, 2002 – Jorge Zahar Ed.)

Sinopse: 'Ser e Tempo' é a obra mais marcante de Martin Heidegger, mesmo tendo permanecido inacabada. Esse livro esmiúça a reflexão do filósofo sobre o sentido mais profundo da existência humana, a terminologia por ele criada e a famosa 'virada' em seu pensamento.

 

Kunst und Wissenschaft bei Nietzsche (Roberto Barros, 2006 - Parerga Verlag, Berlim)

Sinopse: Trata da construção e reformulação do conceito de ciência, que altera a perspectiva artística da filosofia de Nietzsche, estabelecendo pressupostos decicivos para a elaboração de Assim falava Zaratustra como obra filosófico/artística.

 

No limiar do moderno (Ernani Chaves, 2006 – Ed. Paka Tatu)

Sinopse: Neste livro, o autor reúne trabalhos já publicados em revistas e coletâneas e outros e outros inéditos, abordando diversos temas presentes no universo das obras dos filósofos alemães F. Nietzsche e Walter Benjamin, demostrando-nos a atualidade e importância do pensamento desses filósofos para a moderna sociedade ocidental.

 

Nossos clássicos, 92 – Farias Brito (Benedito Nunes – Ed. Agir)

 

No tempo do niilismo (Benedito Nunes, 1993 – Ed. Ática)

Sinopse: Em treze ensaios, o pensamento brilhante de um dos mais importantes filósofos brasileiros da atualidade.

 

O drama da linguagem (Benedito Nunes, 1995 – Ed. Ática)

Sinopse: Trabalhando na fronteira entre a literatura e a filosofia, Benedito Nunes faz uma leitura da obra de Clarice Lispector.

 

O Nietzsche de Heidegger (Benedito Nunes, 2000 –Ed. Pazulin)

Sinopse: Qual será a 'identidade filosófica' que Heidegger atribui a Nietzsche? Interrogação que, pelo caráter circular de toda a interpretação, também pode ser formulada de outra maneira - em que medida a 'identidade filosófica' que Heidegger atribui a Nietzsche constitui um ponto decisivo e fundamental da constituição da 'identidade filosófica' do próprio Heidegger? É em torno deste círculo que se move a argumentação de Benedito Nunes e é a partir dele que são esboçadas algumas conclusões.

 

Os melhores poemas de Mário Faustino (Benedito Nunes, 2000 – Global Ed.)

Sinopse: Na segunda metade dos anos 1950, Mário Faustino era um dos nomes mais discutidos da poesia brasileira. Negado e reverenciado, como todo poeta de vanguarda, tinha a seu favor o fato de dirigir, no Suplemento Dominical do Jornal do Brasil, a página 'Poesia Experiência', na qual acolhia os poetas novos e divulgava os mestres universais do verso, de Homero a Ezra Pound. Nessa obra o professor Benedito Nunes, sob sua ótica, apresenta os melhores poemas do controverso poeta.

 

Oswaldo canibal (Benedito Nunes – Ed. Perspectiva)

Sinopse: Que Benedito Nunes é um dos principais 'pontas de lança' da moderna crítica brasileira é hoje um fato amplamente reconhecido e comprovado por suas numerosas e importantes contribuições, quer no campo filosófico-estético, quer no literário-artístico. Por isso não é de surpreender que se possa afirmar plenamente que o presente estudo traz uma visão primordial para compreensão do pensamento de Oswald de Andrade. Nele, Benedito Nunes defende o caráter específico da 'antropofagia' oswaldiana, como um ensaio de crítica virulenta, que atinge ao mesmo tempo, visando a desmistificação da história escrita, a sociedade patriarcal a que esta deu nascimento, antecipado intuitivamente toda dialética do momento final do Modernismo brasileiro. Oswald Canibal torna transparente a afirmação de seu autor, segundo a qual 'há coerência na loucura antropofágica e sentido no não-senso de Oswald de Andrade'.

 

O Tempo na narrativa (Benedito Nunes, 1995 – Ed. Ática)

Sinopse: A pluralidade do tempo na obra literária, estudada a partir das noções de ordem, duração e direção.

 

Passagem para o poético (Benedito Nunes, 1992 – Ed. Ática)

Sinopse: O livro revela a passagem do filosófico para o poético em Heidegger.

 

Popper e as ciências humanas (Elizabeth Dias, 1992 – Ed. UFPA)

Sinopse: A autora escolheu Karl Popper, filósofo da ciência contemporânea, para fundamentar seu trabalho por considerar que sua abordagem racionalista-crítica das Ciências Sociais vem desmitificar todos os pressupostos cientificistas e relativistas que norteiam essas ciências, na medida em que Popper desestrutura a diferença tradicional entre Ciências Naturais e Ciência Humanas, mostrando que ela repousa em um errôneo conceito de Ciências da Natureza, e em uma má compreensão de seus métodos.

 

Teoria do sentido de Wittgenstein (Haroldo Calado, 1990 – Ed. UFPA)

Sinopse: O livro apresenta a teoria do sentido em Wittgenstein no contexto do Tractatus Logico-Philosophicus, sendo precedido pelo estudo da teoria do sentido em Frege e Russell, mostrando as ligações e rupturas entre seus pensamentos.