Biblioteca
Aqui você encontra textos sobre educação em ciênciase ensino de química.
CONSIDERAÇÕES SOBRE O ENSINO DE QUÍMICA
Texto básico sobre os problemas do ensino de química, como migrar do ensino de química para a educação química e alternativas metodológicas para o ensino dessa ciência.
CIÊNCIAS DA NATUREZA NO ENSINO MÉDIO - MEC
Os Parâmetros do Ministério da Educação para o ensino de ciências naturais no nível médio.
CRÍTICA AO ENSINO EXPERIMENTAL DE CIÊNCIAS
Texto de Derek Hodson (trad. Andréa H. Machado) sobre algumas concepções espontâneas a respeito do ensino de ciências que precisam urgentemente ser revistas.
50 QUESTÕES BÁSICAS SOBRE
CONSTRUTIVISMO
Reportagem da revista Escola sobre as questões mais frequentes a respeito dessa importante postura metodológica.
SEGURANÇA EM LABORATÓRIO QUÍMICOS
Instalou um laboratório de ensino de química na sua escola? Preocupado com a segurança? Este texto apresenta normas de segurança e procedimentos de primeiros socorros para laboratórios de ensino.
METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE
CIÊNCIAS
A aproximação do estudante de magistério das aulas de ciências no 1º grau. Um texto de Nélio Bizzo.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO DE DADOS
EXPERIMENTAIS
Numa pesquisa científica é sempre importante a correta abordagem estatística dos dados obtidos, para minimizar erros. Este texto ensina como fazer o correto tratamento estatístico.
O PROFESSOR DE QUÍMICA E O MÉTODO
CIENTÍFICO
Uma orientação precisa para a implementação de aulas experimentais com metodologia renovada em cursos de química no nível médio.
CAMINHOS
E DESCAMINHOS NO ENSINO DE CIÊNCIAS
Texto de D. W. Carraher, T. N. Carraher e A. D. Schliemann sobre alguns problemas e algumas propostas de caminhos frutíferos para o ensino de ciências no Brasil
A
EVOLUÇÃO DOS LIVROS DE QUÍMICA DESTINADOS AO ENSINO SECUNDÁRIO
Texto de Eduardo Fleury Mortimer sobre a problemática do livro didático de química para o ensino médio, segundo o contexto sócio-histórico em que é produzido.
A nova ciência que está ainda por surgir abrirá espaço para a ressignificação de alguns conceitos fundamentais da Alquimia? Na pós-modernidade ciência, arte e religião poderão novamente encontrar-se?
Qual seria a missão dos educadores: desenvolver ao máximo a liberdade, a imaginação e a criatividade de seus alunos ou conformá-los às normas do bom cidadão aceitas pela sociedade vigente? A resposta histórica tem sido a segunda, mas o estado atual do mundo não deixa dúvidas quanto à sua ineficácia. Por Marco Antonio de Carvalho (Revista Planeta, Novembro de 1989)
PALAVRAS
DE SATHYIA SAI BABA SOBRE EDUCAÇÃO
O educador indiano Sri Sathyia Sai Baba fala sobre uma educação capaz de valorizar o homem e contribuir para a construção de um mundo novo, um mundo onde as verdades e valores humanos estão acima do lucro, do prazer e da cobiça a qualquer preço.
A
ESCOLA DE CHYMICA INDUSTRIAL DO PARÁ E A MODERNIZAÇÃO DO
BRASIL NO INÍCIO DO SÉCULO XX
Este artigo constitui-se num levantamento preliminar do que diz a historiografia contemporânea sobre os primórdios da Química no Pará. Parece evidente que essa história tem sido contada principalmente a partir do que produzem pesquisadores em Química e/ou em outras ciências naturais com incursões pela História das Ciências, cuja produção freqüentemente toma como referencial essencial a história eurocêntrica colonizadora e como ferramentas de análise ora o economicismo ora a sociologia da cultura. Buscando uma ruptura, o estudo procura inserir seu objeto principal, os primórdios da química no Pará e a Escola de Chymica Industrial do Pará (1920-1930), nos movimentos nacionais de modernização e internacionalização do início do século XX, pretendendo ser ponto de partida para estudos posteriores. Conclui afirmando que, sobre a química daqueles americanos "sem química", ainda pouco ou quase nada se escreveu e propõe caminhos investigativos para a construção de uma História da Química na Amazônia ou de uma História da Química amazônica .
ESBOÇANDO A CARTOGRAFIA DE UMA REFORMA
CURRICULAR
Este artigo examina a conjuntura do final dos anos 90 e início deste século, quando foram estabelecidas as condições que pressionaram o Colegiado do Curso para a elaboração do Projeto Político Pedagógico 2004 da Licenciatura em Química da UFPA. Lista os fatores determinantes da reforma curricular em questão, agrupando-os em cinco categorias: Pressões de origem legal, inquietações docentes e discentes, Os Encontros Paraenses de Ensino de Química, O exame nacional de cursos (provão) e o novo exame vestibular da UFPA. Conclui afirmando que, pelo que foi possível evidenciar, os determinantes de tal reforma foram mais de ordem externa e legal do que acadêmico-institucional.
DISSERTAÇÃO DE
MESTRADO DO PROF. JORGE MACHADO
Este trabalho constitui-se num estudo sobre o curso de formação de professores de Química da UFPA, contando sua história a partir dos desenhos curriculares que o nortearam nos seus 30 anos de existência e inserindo tal história no contexto maior da construção da ciência moderna. O estudo prossegue analisando, à luz da literatura, o projeto político-pedagógico recém aprovado pelo Colegiado do Curso visando detectar possíveis avanços e conclui respondendo, a partir do quadro delineado pela história do Curso e pelo momento presente, à questão: em função das demandas impostas pela sociedade moderna, como deve ser formado, hoje, um professor de química? Foram usados como principais métodos de pesquisa, coleta de depoimentos mediante entrevistas semi-estruturadas e pesquisa documental e bibliográfica, com maior ênfase a esta última.
FORMAÇÃO DE PROFESSORES:
ALGUMAS REFLEXÕES
Um texto de Dinaldo Miranda e Norberto Souza (professores recém-graduados pela UFPA) que discute a prática docente, as possibilidades formativas e os principais problemas da formação inicial de professores de química.
CONCEPÇÕES BASEADAS NO SENSO COMUM RELACIONADAS
À QUÍMICA
Um texto do Prof. Jorge Machado que começa com a seguinte citação:
“O senso comum e a ciência são expressões da mesma necessidade básica, a necessidade de compreender o mundo, a fim de viver melhor e sobreviver. E para aqueles que teriam a tendência de achar que o senso comum é inferior à ciência, eu só gostaria de lembrar que, por dezenas de milhares de anos, os homens sobreviveram sem coisa alguma que se assemelhasse à nossa ciência. A ciência, curiosamente, depois de cerca de 4 séculos, desde que ela surgiu com seus fundadores, está colocando sérias ameaças à nossa sobrevivência.” (Rubem Alves)