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35 toneladas de papel, aproximadamente 2 Km lineares
Documentos diversos, de natureza Cível ou Criminal, que compreendem desde fins do século XVIII até 1970 ficaram sob o risco de deterioração.
O Tribunal de Justiça do Estado convocou outras instituições locais para manifestarem seu interesse em se responsabilizar pela guarda desse “arquivo inativo”. Diante da riqueza da documentação, da importância histórica do acervo e para combater a “amnésia social”, a Universidade Federal do Pará passou a ter a guarda e posse do acervo que seria “descartado”.
Para a Universidade, a ação foi emergencial. O primeiro esforço era salvaguardar a documentação antes que o “descarte” se apoderasse dela. Em 06 de fevereiro de 2007, a Universidade Federal do Pará assina com o Tribunal de Justiça do Estado convênio para criar uma infraestrutura para dar o suporte adequado para este acervo, sob a responsabilidade da Universidade.
